nem processei ainda, ó. ou nem é isso, na verdade. lá no fundo, eu desconfio que é certeza mesmo o motivo de tanta placidez. jogar toda a vida num caminhão e transportá-la para outro cenário, com outros personagens, como quem vai passar um fim de semana na praia.
é isso que o tempo sabe ensinar melhor: a dar o valor certo às coisas, a entender instintivamente o que é importante e o que não é. é por isso que eu desisti há tempos de ficar racionalizando cada passo que eu dou, e simplesmente fazer o que tem que ser feito. isso, eu garanto, facilita todo o processo.
(eu sei que as pessoas costumam se espantar com o meu pragmatismo. a verdade é que o maior objetivo da minha vida é ter uma casa de praia com piscina pra passar os fins de semana com o amigo chuck norris, assistindo absolutely fabulous e enchendo o bucho de picanha. por isso, o melhor que eu tenho a fazer é simplificar ao máximo todo o processo.)
por falar em tempo, tô chegando a um quarto de século daqui a um mês. isso quer dizer que, a partir de 8 de junho, eu vou estar mais perto dos 30 do que dos 25. o que isso quer dizer? simples: que eu preciso passar num concurso público incrível o mais rápido possível pra poder chegar aos 30 com uma piscina e uma churrasqueira pra chamar de minhas. patsy, edina, chuck e o churrasqueiro cantor de afro-sambas já tão garantidos. ;-)
a ladeira da memória
sábado, 9 de maio de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
das ruas de fortaleza para as páginas da folha de são paulo
valentin é realmente um gato especial. além de não saber tomar banho e se perder na tênue linha que separa a caixa de areia da cama, ele agora vira notícia graças ao poder de seu mijo radioativo.
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Usuário enfrenta dificuldade no conserto de eletrônicos
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u549344.shtml)
DANIELA ARRAIS
da Folha de S.Paulo
Quando deixou seu notebook em cima da mesa da sala, o universitário Igor Jatobá, 24, não imaginava o problema que iria enfrentar. Seu gato, Valentin, entre uma estripulia e outra, fez xixi no computador.
Mesmo dentro do prazo estabelecido pela fabricante Acer, Jatobá optou por levar o micro a uma assistência técnica não autorizada -para ganhar tempo e, também, porque esse tipo de problema não estaria incluído na garantia, segundo ele.
"Como a urina do gato é muito ácida, queimou a placa-mãe. A assistência técnica salvou o disco rígido e o drive de DVD-RW. O resto eu tive que jogar no lixo", diz o produtor, que acabou comprando outro notebook -e, por precaução, trancou o gato na área de serviço do seu apartamento.
Acidentes assim são mais difíceis de acontecer, mas quem usa produtos eletrônicos está acostumado a lidar com problemas recorrentes. Os aparelhos são vendidos cada vez em maior quantidade, mas costumam apresentar, também, cada vez mais problemas.
Aparelhos de TV estão presentes em 94,4% dos lares brasileiros, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), de 2007, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Os computadores já chegam a 37 milhões de unidades, segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica). O mercado brasileiro de PCs movimentou, em 2008, aproximadamente 12 milhões de unidades. A expectativa inicial, antes da crise econômica mundial, era a de que o crescimento chegasse a 30% em 2008, mas foi de 20%, segundo a Abinee.
O crescimento, no entanto, não se reflete na qualidade dos produtos, na maioria das vezes. "A menor duração dos produtos se deve a diversos fatores, como a obsolescência planejada, que tem por objetivo aumentar o volume de vendas", afirma Angela Cassia Rodrigues, pesquisadora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.
Outro fator, segundo a pesquisadora, é o alto custo de peças de reposição, ou a ausência delas, o que acaba inviabilizando um possível reparo.
A rapidez das inovações tecnológicas também é um fator. "Na área de informática e de equipamentos de telecomunicação, o ritmo dessas inovações é muito mais acelerado, há problema de incompatibilidade de novos softwares com equipamentos mais antigos", diz.
A redução da vida útil dos produtos obriga o consumidor a descartá-los mais rapidamente e substituí-los por novos, o que gera problemas como o lixo eletrônico. "Muitas vezes, [o consumidor] acaba guardando [o aparelho] em casa, na esperança de recuperar em algum momento futuro o valor investido", diz.
Recorrente
O administrador de marketing Ricardo Seola, 27, comprou seu notebook da HP em Nova York, depois de passar meses pesquisando e comparando modelos. De volta ao Brasil, Seola adaptou-se às características físicas do computador --bateria muito pesada.
"Um mês depois de acabar a garantia, ele simplesmente morreu", afirma. "A resposta que tive da fabricante foi que realmente aquela série tinha problemas na placa-mãe. Acontece que não podiam fazer nada, porque eu havia comprado no exterior, e o modelo não estava disponível no Brasil. Para que multinacional?", questiona Seola, que procurou uma assistência não autorizada.
A assessoria de imprensa da HP informou que se o modelo for comercializado no Brasil, a empresa cobre a garantia. Caso o equipamento não seja vendido por aqui, a empresa não realiza o conserto. "A orientação é que o cliente entre em contato com o país de origem onde o equipamento foi adquirido para dar andamento no reparo", afirmou.
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Usuário enfrenta dificuldade no conserto de eletrônicos
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u549344.shtml)
DANIELA ARRAIS
da Folha de S.Paulo
Quando deixou seu notebook em cima da mesa da sala, o universitário Igor Jatobá, 24, não imaginava o problema que iria enfrentar. Seu gato, Valentin, entre uma estripulia e outra, fez xixi no computador.
Mesmo dentro do prazo estabelecido pela fabricante Acer, Jatobá optou por levar o micro a uma assistência técnica não autorizada -para ganhar tempo e, também, porque esse tipo de problema não estaria incluído na garantia, segundo ele.
"Como a urina do gato é muito ácida, queimou a placa-mãe. A assistência técnica salvou o disco rígido e o drive de DVD-RW. O resto eu tive que jogar no lixo", diz o produtor, que acabou comprando outro notebook -e, por precaução, trancou o gato na área de serviço do seu apartamento.
Acidentes assim são mais difíceis de acontecer, mas quem usa produtos eletrônicos está acostumado a lidar com problemas recorrentes. Os aparelhos são vendidos cada vez em maior quantidade, mas costumam apresentar, também, cada vez mais problemas.
Aparelhos de TV estão presentes em 94,4% dos lares brasileiros, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), de 2007, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Os computadores já chegam a 37 milhões de unidades, segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica). O mercado brasileiro de PCs movimentou, em 2008, aproximadamente 12 milhões de unidades. A expectativa inicial, antes da crise econômica mundial, era a de que o crescimento chegasse a 30% em 2008, mas foi de 20%, segundo a Abinee.
O crescimento, no entanto, não se reflete na qualidade dos produtos, na maioria das vezes. "A menor duração dos produtos se deve a diversos fatores, como a obsolescência planejada, que tem por objetivo aumentar o volume de vendas", afirma Angela Cassia Rodrigues, pesquisadora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.
Outro fator, segundo a pesquisadora, é o alto custo de peças de reposição, ou a ausência delas, o que acaba inviabilizando um possível reparo.
A rapidez das inovações tecnológicas também é um fator. "Na área de informática e de equipamentos de telecomunicação, o ritmo dessas inovações é muito mais acelerado, há problema de incompatibilidade de novos softwares com equipamentos mais antigos", diz.
A redução da vida útil dos produtos obriga o consumidor a descartá-los mais rapidamente e substituí-los por novos, o que gera problemas como o lixo eletrônico. "Muitas vezes, [o consumidor] acaba guardando [o aparelho] em casa, na esperança de recuperar em algum momento futuro o valor investido", diz.
Recorrente
O administrador de marketing Ricardo Seola, 27, comprou seu notebook da HP em Nova York, depois de passar meses pesquisando e comparando modelos. De volta ao Brasil, Seola adaptou-se às características físicas do computador --bateria muito pesada.
"Um mês depois de acabar a garantia, ele simplesmente morreu", afirma. "A resposta que tive da fabricante foi que realmente aquela série tinha problemas na placa-mãe. Acontece que não podiam fazer nada, porque eu havia comprado no exterior, e o modelo não estava disponível no Brasil. Para que multinacional?", questiona Seola, que procurou uma assistência não autorizada.
A assessoria de imprensa da HP informou que se o modelo for comercializado no Brasil, a empresa cobre a garantia. Caso o equipamento não seja vendido por aqui, a empresa não realiza o conserto. "A orientação é que o cliente entre em contato com o país de origem onde o equipamento foi adquirido para dar andamento no reparo", afirmou.
quinta-feira, 26 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
só pra informar...
...que a partir de hoje eu sou oficialmente um estudante de direito da ufpe. matriculado em duas cadeiras. porque se os outros fazem errado, eu faço direito, ora porra!
lélis, minha frô, feliz 474 anos. você é o meu patrimônio imaterial. \o/
lélis, minha frô, feliz 474 anos. você é o meu patrimônio imaterial. \o/
quarta-feira, 4 de março de 2009
veja meu furico, que formoso
olhe, eu prefiro lavar banheiro público a atender jornalista de veja. eu sinceramente acredito que existem formas mais honestas de se ganhar a vida. prostituição, por exemplo.
terça-feira, 3 de março de 2009
tentando manter o controle
tá tocando weirdo agora. tudo muito difícil.
(só esse dj bicha-fanha que brocha.)
(só esse dj bicha-fanha que brocha.)
it's automatic
quando você tá no meio da clipagem e começa a tocar m.o.r. na woxy, é difícil segurar as pernas.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
sessão chuck norris - um espaço de informação e entretenimento
então, eu me apaixonei perdidamente pela valeska popozuda. eu simplesmente não consigo parar de abrir qualquer página, assistir qualquer vídeo ou fazer qualquer outra coisa na internet que não diga respeito a minha ídola, valeska popozuda. provavelmente, meu terapeuta diria que eu estou apenas em busca daquela referência materna que eu tinha em xuxa uns bons vinte anos atrás.
primeiro, eu achei isso:
(ensaio completo de valeska popozuda na feira fazendo carinha de quem provou da fruta e não gostou, clique aqui.)
depois, eu encontrei o vídeo desse ensaio.
"jaaaaaaaaaacaaaaaaaaaa,
melancia, qualééééé?
moranguinho e melããããão!"
"olhe, se num tiver uma conservação boa, essa igual a tua, a fruta estraga."
mas valeska não é somente nutrição e saúde. conheça o que a moça pensa sobre a vida, o universo e tudo o mais:
"qual o lugar do seu corpo que você não botou silicone e você gostaria de botar?"
tanto sucesso entre a população da baixada fluminense e as senhoras telespectadoras de irislene steffaneli só poderia dar em uma coisa:

anotem esse nome, valeska popozuda. essa mulher vai longe. e pensar que tudo começou no chroma-key.
primeiro, eu achei isso:
(ensaio completo de valeska popozuda na feira fazendo carinha de quem provou da fruta e não gostou, clique aqui.)
depois, eu encontrei o vídeo desse ensaio.
"jaaaaaaaaaacaaaaaaaaaa,
melancia, qualééééé?
moranguinho e melããããão!"
"olhe, se num tiver uma conservação boa, essa igual a tua, a fruta estraga."
mas valeska não é somente nutrição e saúde. conheça o que a moça pensa sobre a vida, o universo e tudo o mais:
"qual o lugar do seu corpo que você não botou silicone e você gostaria de botar?"
tanto sucesso entre a população da baixada fluminense e as senhoras telespectadoras de irislene steffaneli só poderia dar em uma coisa:

anotem esse nome, valeska popozuda. essa mulher vai longe. e pensar que tudo começou no chroma-key.
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